sexta-feira, 26 de julho de 2013

O BEBÉ NASCEU

Na Terça à tarde fui ao Kensington Gardens e estava uma pequena multidão e muitas câmaras de televisão em frente do respectivo palácio. Eu tinha ido correr e ver uma outra coisa. Mas vi logo do que se tratava.  Mesmo assim, perguntei a uma senhora e a um rapaz brasileiros o que se passava ali. A resposta foi esta, como se o príncipe fosse do mundo inteiro:
-Foi o bebé que nasceu.
O que estavam ali televisões e pessoas a fazer era a esperar que o trio real viesse à janela acenar. Embora o bebé deva estar pouco preocupado com isso. Aliás, o pequeno George, que agora já tem nome mas na Terça ainda não, nem deve sonhar que um dia vai ser rei.

terça-feira, 2 de julho de 2013

FLORIDA E DIVERTIDA

Vais a Orlando? Apenas saí de Miami para ir a Key West. Porque um homem sem preconceitos vai a todo o lado (ou a quase todo ...)! Vale a pena a viagem. Estrada sem fim no meio do mar, e um ambiente muito particular e agradável. Oficialmente, Key West é o ponto mais a sul dos Estados Unidos. Tem muitos pontos de interesse.
Se fores, é possível que gostes.

terça-feira, 11 de junho de 2013

RALPH ERSKINE E O THE ARK

Está para muito breve a publicação da entrevista a Hugo Rendeiro Morais. Entretanto, estive ontem e hoje num edifício fantástico, concebido por Ralph Erskine: The Ark. Para além de uma vista sobre uma considerável parte de Londres, tem um desenho interior próprio dos grandes mestres. Digo eu, que não sou da arte mas tenho sentidos. As fotos foram tiradas a partir do 7º andar pelo meu amigo Marek Polák.

Photos by Marek Polák

sábado, 8 de junho de 2013

ESTRADA MUNGUBA DESCOBRE HUGO RENDEIRO MORAIS EM LONDRES E CONSEGUE ENTREVISTA EXCLUSIVA

Encontrámos (assim na 1ªpessoa do plural, que dizem?) Hugo R Morais em Londres e conseguimos uma entrevista exclusiva para o Estrada Munguba. O encontro foi num estabelecimento de uma conhecida rede de cafés (sempre adorei este tipo de informação que não informa quase nada!). Não perca, mesmo antes do dossier Alemanha (o Blogger nao aponta dossier como erro ortográfico! Ei, esperem aí, mas aponta a sua própria denominação!!!), a entrevista com o jovem murtoseiro. Talvez amanhã, talvez depois de amanhã. Sim, talvez.

P.S. a entrevista foi num Caffè Nero!

domingo, 19 de maio de 2013

FEIJÕES E CENOURAS

Hoje (hoje Domingo) foi o dia da caminhada a Nothing Hill. Iria rever a casa onde viveu o Eça e procurar um local português para "ver a bola". Quando dei por mim estava a plantar feijões e a semear cenouras. A horta foi feita numas caixas de madeira em cima de um passeio, num local não muito distante da Portobello Road. Grande tarde!
Quando cheguei a casa soube que o Porto foi campeão. Para a semana vou lá espreitar para ver o crescimento da produção. Uma senhora, entusiasmada com o insólito florescimento agrícola da região, veio oferecer um tomateiro que, disse, tinha na janela da cozinha. O Benfica ficou a um ponto. É tudo orgânico. Lá pertinho fica o Sporting Club de Londres. Era este o destino, depois de descobrir que a Lisboa Patisserie não tinha televisão. Não comi natas (parece que fazem grandes filas para as comprar, em alguns momentos dos fins de semana). Para mim, foi um início de temporada feliz. 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

NOTTING HILL

Nos próximos dias vou a Notting Hill. A caminhar (coisa que, aliás, já fiz várias vezes). Depois conto pormenores. Até lá, deixo-vos com uma sugestiva foto que tem tudo a ver. Esta mesma foto ilustra um dos meus artigos publicados no literaturabr, de que sou colaborador. Apreciem.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

TRANSPORTES

Quem vem por poucos dias para conhecer a cidade, caminhar é uma boa opção. A não ser, por exemplo, que se esteja em Westminster e se queira ir a Wembley. Para deslocações maiores, o bus é uma boa escolha. Andar de metro para conhecer a cidade não aconselho. Andar de metro, sim, mas apenas para conhecer o metro; uma viagem é suficiente.
Conselho para quando se chega a Londres: adquirir um Oyster. Este cartão recarregável custa 5 libras, que serão reembolsadas quando o mesmo for devolvido. Tem de ser adquirido numa estação de metro mas serve também para o bus. É um cartão de plástico; não é como aqueles da CP, que uma pessoa quer devolver e eles dizem que já não dá porque tem um problema qualquer (geralmente invisível!).
Uma viagem comprada carregando o Oyster fica em 1,40£; comprada no bus custa 2,40£.
Lembrem-se de que o Oyster é carregado nas estações de metro e que estas encerram por volta das 23h30m, durante a semana, e por volta das 24h, ao fim de semana. Esqueçam-se, e depois pagam 2,40£ por viagem!
Pode compensar comprar um passe para um dia ou para uma semana. Para o metro, os preços variam conforme as zonas a serem usadas. Se querem mesmo usar o metro, fiquem a saber que na zona 1 e na zona 2 é onde se encontram os monumentos mais procurados (parlamento e o seu Big Ben), praças mais conhecidas (Picadilly), ruas comerciais mais exclusivas (Bond Street) ou centros comerciais que, ou falas bem inglês, ou aposto que ainda não sabes pronunciar bem o seu nome (Harrod's)! Isto para não citar as outras trezentas mil, quatrocentas e cinquenta e duas coisas.
Não há zonas para o bus. Preço único e podes percorrer Londres durante 24 horas por dia. Neste momento, custa 19,60£ o weekly bus pass.
Ah, o metro encerra sempre parte de linhas durante o fim de semana! Atentos, sim? Costumam colocar cartazes nas estações com essas indicações. Ou podem consultar o site da Transport for London, a instituição que gere os transportes desta cidade.

Alguém possui um Oyster comemorativo que queira partilhar (Jogos Olímpicos, 150º aniversário do metro de Londres, ou qualquer outro)?

Como é que conheceste a cidade quando cá vieste? Metro, barco, comboio, táxi? Caminhando?


sábado, 13 de abril de 2013

CHOVIA QUE DEUS A DAVA


O festival que começou anteontem e termina hoje, no Royal Albert Hall, é o Mountbatten Festival of Music. Bandas militares, música do mesmo género, mas também uns clássicos e tal (que é como quem diz: música de uns filmes).
O Royal Albert Hall, aberto ao público em Março de 1871, foi uma ideia do príncipe Albert, consorte da rainha Victoria. Na caminhada de ontem, que começou em Hammersmith, passei pelo Palácio de Kensington, onde esta celebrada senhora nasceu.
Esta é uma parte muito agradável (e quase sempre muito cara) de Londres. Ao lado da mítica casa londrina encontra-se um dos pólos do Royal College of Arts, que frequentemente organiza exposições muito interessantes.
Para quem não quer caminhar e está em Hammersmith, a melhor opção será usar os london buses 9 ou 10 (este, durante 24 horas por dia). O metro não será, neste percurso, a melhor opção.
Duração da caminhada: 35 minutos (sem grandes pressas).
No regresso, chovia que Deus a dava. E nós aceitámos, agradecidos e molhados. Merci. Porque Deus sabe todas as línguas (foi assim que me ensinaram na catequese).


sexta-feira, 12 de abril de 2013

ROYAL ALBERT HALL, LONDRES

Hoje vou fazer uma caminhada até ao Royal Albert Hall. Vou entrar. Depois, claro, espero não ficar lá o resto da minha vida. Por isso, vou sair.
Amanhã informarei do festival que lá decorre, darei uns apontamentos sobre a sua história e farei um levantamento do que se pode encontrar nas suas redondezas. Outras dicas que considere importantes não serão esquecidas.